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dc.contributor.editorFonseca , Claudia
dc.contributor.editorMaricato, Glaucia
dc.contributor.editorCostaduarte, Larissa
dc.contributor.editorRiboli Besen , Lucas
dc.date.accessioned2025-03-08T01:57:52Z
dc.date.available2025-03-08T01:57:52Z
dc.date.issued2016
dc.date.submitted2018-08-08 10:25:17
dc.date.submitted2020-04-01T12:34:36Z
dc.identifier1000301
dc.identifierOCN: 1051778021
dc.identifierhttp://library.oapen.org/handle/20.500.12657/29639
dc.identifier.urihttps://doab-dev.siscern.org/handle/20.500.12854/175035
dc.description.abstractAnthropology has been playing a central role in questioning the supposed objective and apolitical character of scientific knowledge by underlining the socio-cultural context and history of the constitution of any scientific theory. From different research universes, anthropologists have sought to demonstrate how science and politics are composed, juxtaposed and produced in the daily work of social actors. In the wake of what Donna Haraway (1995) pointed out, it is there would not be the "science" look, but the look of the scientists - always located in a space (which is not only geographical, but temporal, cultural, marked by social differences, etc.). It is therefore based on the premise that science and are mutually constituted and from specific contexts. Following In this line, this collection explores how certain knowledges are constituted and legitimized, how technologies of government come into action - and, through practices of the social agents, are (re) formulated - and how through such devices new categories of analysis, social markers, populations and subjectivities (FONSECA, MACHADO, 2015)
dc.description.abstractA antropologia vem tendo um papel central no questionamento do suposto caráter objetivo e apolítico dos saberes científicos ao sublinhar o contexto sociocultural e histórico da constituição de toda teoria científica. A partir de diferentes universos de pesquisa, antropólogos têm buscado demonstrar a forma como ciência e política são compostas, justapostas e produzidas no trabalho cotidiano de agentes sociais. Na esteira do que apontou Donna Haraway (1995), destaca-se que não existiria o olhar “da ciência”, mas, sim, o olhar dos cientistas - sempre localizado num espaço (que não é apenas geográfico, mas temporal, cultural, marcado por diferenças sociais, etc.). Parte-se, portanto, da premissa de que ciência e intervenções se constituem mutuamente e a partir de contextos específicos. Seguindo nessa linha, essa coletânea explora como determinados saberes são constituídos e legitimados, como tecnologias de governo entram em ação - e, através das práticas dos agentes sociais, são (re)formuladas - e a maneira como através de tais dispositivos são produzidas novas categorias de análise, marcadores sociais, populações e subjetividades (FONSECA; MACHADO, 2015)
dc.languagePortuguese
dc.rightsopen access
dc.subject.otherAnthropology
dc.subject.otherScience
dc.subject.otherPolitics
dc.subject.otherMedicines
dc.subject.otherTechnology
dc.subject.otherthema EDItEUR::J Society and Social Sciences
dc.subject.otherthema EDItEUR::J Society and Social Sciences::JH Sociology and anthropology::JHM Anthropology
dc.titleCiência, medicina e perícia nas tecnologias de governo
dc.typebook
oapen.relation.isPublishedBy791e7713-78c1-4497-8781-7989e96fd5a9
oapen.relation.isFundedBy178e65b9-dd53-4922-b85c-0aaa74fce079
oapen.relation.isFundedBy3f0a4da2-418f-411a-ae5f-8d27e0601aec
oapen.relation.isbn9788538603290
oapen.collectionEuropean Research Council (ERC)
oapen.pages175
oapen.grant.number648608
oapen.grant.programH2020
dc.relationisFundedBy178e65b9-dd53-4922-b85c-0aaa74fce079
dc.abstractotherlanguageA antropologia vem tendo um papel central no questionamento do suposto caráter objetivo e apolítico dos saberes científicos ao sublinhar o contexto sociocultural e histórico da constituição de toda teoria científica. A partir de diferentes universos de pesquisa, antropólogos têm buscado demonstrar a forma como ciência e política são compostas, justapostas e produzidas no trabalho cotidiano de agentes sociais. Na esteira do que apontou Donna Haraway (1995), destaca-se que não existiria o olhar “da ciência”, mas, sim, o olhar dos cientistas - sempre localizado num espaço (que não é apenas geográfico, mas temporal, cultural, marcado por diferenças sociais, etc.). Parte-se, portanto, da premissa de que ciência e intervenções se constituem mutuamente e a partir de contextos específicos. Seguindo nessa linha, essa coletânea explora como determinados saberes são constituídos e legitimados, como tecnologias de governo entram em ação - e, através das práticas dos agentes sociais, são (re)formuladas - e a maneira como através de tais dispositivos são produzidas novas categorias de análise, marcadores sociais, populações e subjetividades (FONSECA; MACHADO, 2015)


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